
O Paço das Artes lançou seu primeiro podcast, o Papo Contemporâneo. Durante a primeira temporada, Niki Nomura visitou o ateliê de seis artistas para uma conversa sobre arte e memória a partir de suas produções.
Na segunda temporada, Renato De Cara (curador do Paço das Artes) e Diogo Barros (Educativo do Paço das Artes) também entram na conversa para coletar relatos de agentes do sistema da arte.
Na terceira temporada, a conversa continua entorno da arte e da memória a partir da trajetória e do trabalho de agentes da cultura e artistas. Antes disso, o Paço das Artes lança um episódio especial com a participação da curadora Daniela Bousso, que esteve à frente da direção da instituição entre 1997 e 2011. A conversa conecta os diálogos com agentes culturais importantes para a história do Paço, que se iniciaram na temporada passada, e prepara o público para a terceira temporada, a ser lançada em breve!
O Papo Contemporâneo faz um convite para você explorar, através da palavra, novos entendimentos sobre diversas produções artísticas. As linguagens e experiências mais particulares irão compor uma constelação de conversas, que buscam aproximar você dos processos artísticos e ampliar o diálogo com artistas, curadores, críticos e demais agentes da arte.
Ouça os episódios no perfil do Paço das Artes no Spotify e no YouTube.
Conheça os convidados:
28 de outubro | Daniela Bousso
Daniela Bousso nasceu no Cairo, Egito, em 1956. É pós-doutora em teoria e crítica pela Unesp e doutora em comunicação e semiótica pela PUC-SP. Curadora e crítica de arte, realizou inúmeras exposições em São Paulo, Madri e Karlsruhe, na Alemanha. Foi diretora do Paço das Artes de 1997 a 2011, e do Museu da Imagem e do Som (MIS) de 2007 a 2011. Criadora do prêmio Sergio Motta de Arte e Tecnologia, foi responsável por sua curadoria ao longo de sete edições, de 2000 a 2007. Durante sua gestão nos museus, editou e publicou mais de cem títulos. Também foi curadora do projeto Rede de Tensão, realizado em comemoração aos cinquenta anos da Fundação Bienal de São Paulo e integrou a equipe curatorial da 24ª Bienal de São Paulo, sendo responsável pelas salas especiais Dennis Oppenheim e Tony Oursler. Participa ativamente da cena da arte contemporânea e, em 2025, publicou o livro Metacorpos. No mesmo ano, realizou a primeira edição do Festival das Luzes de Canela, projeto de sua autoria. Atualmente, segue desenvolvendo projetos expositivos, escrevendo e participando de comissões e conselhos ligados às artes visuais.


