
Data
24 de agosto, segunda, das 10h às 17h30
Local
Paço das Artes
Ingresso
Gratuito
Classificação
Livre. Indicado para profissionais de arquivos, museus, centros de memória, bibliotecas, estudantes e interessados nos temas abordados.
O 2º Colóquio do Núcleo de Acervo do Paço das Artes tem como objetivo promover o debate crítico sobre a gestão, a preservação e a democratização do acesso aos acervos documentais e culturais, promovido pela Associação Cultural Ciccillo Matarazzo, Organização Social responsável pela gestão do Paço das Artes.
A democracia, o direito e o acesso aos arquivos e coleções de instituições culturais são alicerces inseparáveis. Juntos, asseguram a transparência institucional, o direito à memória e a democratização do conhecimento. Preservar e disponibilizar acervos culturais é, portanto, uma condição fundamental para o exercício pleno da cidadania.
O encontro acontecerá no dia 24 de agosto, das 10h às 17h30, com intervalo de 1h30, no auditório da Casa Higienópolis, reunindo profissionais, pesquisadores e representantes de instituições que atuam nas áreas de arquivos, museus, documentação e preservação da memória.
O Paço das Artes divulgará o evento em seus canais oficiais e emitirá certificado de participação aos presentes.
Coordenação: Débora C. Santos da Silva
Parceiro: Museu de Saúde Pública Emilio Ribas
Programação
MANHÃ
10h | Recepção
10h30 às 12h30 | Mesa 1
“Entre o acesso e o cuidado: o papel social dos arquivos” – com Elisabete Marin Ribas, do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB-USP)
“Percursos e percalços em um acervo legislativo” – com Luiz Felipe Loureiro Foresti, da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp)
TARDE
14h às 16h30 | Mesa 2
“A diversidade no acervo do Centro de Memória do Circo” – com Mônica Barbalho Silva, do Centro de Memória do Circo
“Do item museológico ao documento arquivístico: reconstituindo o arquivo institucional do Museu da Imagem e do Som (MIS)” – com Rodrigo Antônio da Silva Vas, do MIS
“O acervo sobre a hanseníase em São Paulo: reflexões sobre acesso à informação, invisibilizações e potencialidades historiográficas” – com Henrique Sugahara Francisco, do Centro de Memória do Instituto Butantan
16h40 | Visita com o Núcleo Educativo à exposição “Temporada de Projetos 2026”
17h às 17h30 | Coffee break e encerramento
Participantes
Elisabete Marin Ribas é documentalista e educadora. Graduada em letras, mestre em teoria literária e literatura comparada pela FFLCH-USP e doutora em ciência da informação pela Unesp. Tem Possui especialização em organização de arquivos pelo Instituto de Estudos Brasileiros da USP, onde integra atualmente a equipe técnica do Serviço de Arquivo. Atua na organização de documentação permanente e de acervos pessoais, desenvolvendo pesquisas envolvendo a classificação de acervos pessoais de casais, técnicas e políticas para a guarda de arquivos pessoais de cidadãos “comuns” e a valorização da salvaguarda de arquivos de grupos historicamente sub-representados, como mulheres, população negra, povos originários e comunidade LGBTQIAPN+. Os principais temas de reflexão partem dos arquivos como ferramenta de empoderamento e a relação entre memória e poder. Integra a Rede Arquivos de Mulheres (RAM) e o Grupo Multidisciplinar de Estudo e Pesquisa em Arte e Educação (GMEPAE/ECA-USP).
Luiz Felipe Loureiro Foresti é mestre em história e especialista em direito público e política e tratamento de arquivos. Atuou no Arquivo Público do Estado de São Paulo e no antigo Memorial do Imigrante. Desde 2012, integra a equipe técnica da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp). Já exerceu funções de assistente e coordenador do Serviço de Arquivo e foi membro e coordenador da Comissão de Avaliação de Documentos de Arquivo (Cada). Atualmente é gestor da Divisão de Gestão Documental e coordenador do Comitê Gestor de Documentação e Informação (CGDI) da Alesp. Em 2026, foi um dos delegados eleitos pelo Estado de São Paulo na 2ª Conferência Nacional de Arquivos.
Henrique Sugahara Francisco é bacharel e mestre em história pela PUC-SP e doutor em história Social pela USP. Atualmente, é executivo público do Centro de Memória do Instituto Butantan.
Luiz Felipe Loureiro Foresti é mestre em história e especialista em direito público e política e tratamento de arquivos. Atuou no Arquivo Público do Estado de São Paulo e no antigo Memorial do Imigrante. Desde 2012, integra a equipe técnica da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp). Já exerceu funções de assistente e coordenador do Serviço de Arquivo e foi membro e coordenador da Comissão de Avaliação de Documentos de Arquivo (Cada). Atualmente é gestor da Divisão de Gestão Documental e coordenador do Comitê Gestor de Documentação e Informação (CGDI) da Alesp. Em 2026, foi um dos delegados eleitos pelo Estado de São Paulo na 2ª Conferência Nacional de Arquivos.
Mônica Barbalho Silva é mestre em museologia pelo Programa de Pós-Graduação Interunidades em Museologia da USP, com pesquisa voltada ao patrimônio imaterial, saberes circenses e museologia social. É bacharel em publicidade e propaganda pela Universidade Mackenzie e técnica em museologia pela Etec Parque da Juventude. Participou do programa Sou de Circo, voltado à formação de jovens em museologia, pesquisa e história do circo, e atua em instituições museológicas desde 2016. Atualmente coordena o Núcleo de Acervo do Centro de Memória do Circo e desenvolve pesquisas em conservação e documentação de acervos museológicos.
Rodrigo Antônio da Silva Vas é especialista em gestão arquivística de informação e dados pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo e graduado em história pela USP. Atua como documentalista no Centro de Memória e Informação do Museu da Imagem e do Som (CEMIS), realizando atividades relacionadas ao tratamento técnico, conservação e difusão do Acervo arquivístico e do arquivo institucional do MIS.


