Carregando Eventos

Sonora Paço | Escuta uma jam session aqui! 

Data

25 de abril, sábado, às 16h

Local

Paço das Artes

Ingresso

Gratuito

Classificação

Livre

Dentro da programação da exposição de arte sonora “Escuta aqui!”, alguns dos artistas participantes realizam um encontro sonoro coletivo, cada um a seu modo, produzindo música e barulhinhos do bem. Todos eles convidam o público para participar e interagir com sons coletivamente. Confira, abaixo, a programação: 

  • Adriano Castelo e suas traquitanas inventivas. 
  • corcione e seus embriões de cerâmica. 
  • Jeroma Juyce e seu Ânimo/carrinho sonoro. 
  • Paulo Nenflídio e suas máquinas retrofuturistas. 
  • Marcelo Silveira e sua partitura para o coral Tudo Certo. 

Sobre os artistas 

Adriano Castelo 

São Paulo, SP, 1980 

Artista visual, educador e construtor experimental de instrumentos musicais. Suas pesquisas, criações e compartilhamentos integram várias linguagens artísticas. Desenvolve um trabalho de pesquisa onde o hibridismo de linguagens entre artes visuais, música e teatro se configuram em expressões como objetos sonoros, esculturas sonoras, performances e instalações sonoras. Realiza exposições, cursos e oficinas. É amante das quinquilharias, alquimista em apetrechos sonoros, arqueólogo de bugigangas, cacarequeiro profissional, investigador de bagulhos e trambolhos, transformador de troços, tralhas e tranqueiras, além de ter vocação para decompor coisas e convertê-las para fora do normal. 

corcione 

São Paulo, 1994 

É artista visual queer e não binárie. Sua prática funde corpo e terra, onde a cerâmica se torna carne primordial — matéria viva que ecoa as transformações da natureza. Influenciade por filosofias pós-humanistas e queerecológicas, cria formas que ressoam entre o humano e o não humano, o material e o espiritual. Em 2023, participou da exposição A verdade está no corpo, no Paço das Artes. Vive e trabalha em São Paulo, onde pesquisa experiências sensoriais que evocam presença e mutabilidade. 

Jerona Ruyce  

São Bernardo do Campo, SP, 1983 

É multiartista graduado em educação artística. Explora possibilidades decoloniais nas artes visuais, integrando perspectivas periféricas em seu trabalho. Com uma abordagem interdisciplinar, cria objetos, vestimentas e instrumentos musicais, destacando a conexão entre as artes. O nome Jerona é uma corruptela de Jonas, e Ruyce, referência ao bairro onde cresceu em Diadema. Seu trabalho reflete a encruza entre diferentes linguagens artísticas, inspirado em culturas não ocidentais. Em 2024, participou da exposição coletiva Geografias da ancestralidade, no Paço das Artes. 

Marcelo Silveira 

Gravatá, PE, 1962 

Artista com mais de quatro décadas de trajetória, cuja pesquisa contínua investiga a experimentação de diferentes suportes e linguagens, articulando vestígios de uso, memória e tempo. Tudo certo (2017) resulta de uma residência em Belo Jardim (PE) e aciona uma memória ligada ao pai do artista, cuja expressão é entoada por um coral da cidade em diferentes ritmos e entonações, compondo uma paisagem sonora de repetições e deslocamentos. 

Paulo Nenflidio  

São Bernardo do Campo, SP, 1976 

É artista plástico formado em artes plásticas pela ECA-USP e em eletrônica pela ETE Lauro Gomes. Trabalha na intersecção entre arte, ciência e tecnologia, criando esculturas, instalações, objetos, instrumentos, desenhos e pinturas. Som, eletrônica, movimento, construção, invenção, aleatoriedade, física, controle, automação, matemática e gambiarra estão presentes na sua obra. Seus trabalhos se parecem com bichos, instrumentos musicais ou com máquinas de ficção científica. 

Governo do Estado de SP

Opções de acessibilidade